sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Lúcio Gonçalo de Alcântara

Lúcio Gonçalo de Alcântara (Fortaleza, 16 de maio de 1943) é um médico, político e escritor brasileiro, filiado ao Partido da República.
Em 1966, formou-se em Medicina pela Universidade Federal do Ceará. Casado com a escritora Beatriz Alcântara, tem dois filhos: a arquiteta Maria Daniela e o deputado federal Leonardo Alcântara.
Filho do ex-governador Waldemar Alcântara e de Maria Dolores Alcântara, exerceu seu primeiro cargo político aos 27 anos, como Secretário de Saúde do Estado do Ceará (1971-1973), função que voltaria a exercer por mais duas vezes, em 1975 e 1991.
Assumiu a Secretaria para Assuntos Municipais em 1978 e, aos 36 anos, foi prefeito de Fortaleza (1979-1982), exercendo um mandato marcado pela defesa do meio ambiente, criando o Parque Adahil Barreto e garantindo proteção às lagoas urbanas de Fortaleza. Deputado federal por dois mandatos (1983-1987 e 1987-1991), participou da Assembleia Nacional Constituinte em 1988. Foi vice-governador do Ceará de 1991 a 1994. Em 1995, elegeu-se senador, com mais de um milhão de votos. No Senado Federal, ocupou a presidência da Comissão de Assuntos Econômicos e do do Conselho Editorial. Foi também membro da Comissão de Educação e da Comissão de Assuntos Sociais.
Em 2002, foi eleito governador do Ceará. Tentou a reeleição em 2006, mas foi derrotado por Cid Gomes.
Além de suas ações como político, o ex-governador do Ceará tem uma vasta produção intelectual, já tendo publicado 42 obras, o que valeu a vaga de titular da cadeira 26 da Academia Cearense de Letras. No seu currículo, que registra mais de 20 condecorações por parte de entidades nacionais e internacionais, destacam-se ainda a presidência da Cruz Vermelha no Ceará (1976) e do Instituto Teotônio Vilela (1996-2002).
Partido da República.
Em 1966, formou-se em Medicina pela Universidade Federal do Ceará. Casado com a escritora Beatriz Alcântara, tem dois filhos: a arquiteta Maria Daniela e o deputado federal Leonardo Alcântara.
Filho do ex-governador Waldemar Alcântara e de Maria Dolores Alcântara, exerceu seu primeiro cargo político aos 27 anos, como Secretário de Saúde do Estado do Ceará (1971-1973), função que voltaria a exercer por mais duas vezes, em 1975 e 1991.
Assumiu a Secretaria para Assuntos Municipais em 1978 e, aos 36 anos, foi prefeito de Fortaleza (1979-1982), exercendo um mandato marcado pela defesa do meio ambiente, criando o Parque Adahil Barreto e garantindo proteção às lagoas urbanas de Fortaleza. Deputado federal por dois mandatos (1983-1987 e 1987-1991), participou da Assembleia Nacional Constituinte em 1988. Foi vice-governador do Ceará de 1991 a 1994. Em 1995, elegeu-se senador, com mais de um milhão de votos. No Senado Federal, ocupou a presidência da Comissão de Assuntos Econômicos e do do Conselho Editorial. Foi também membro da Comissão de Educação e da Comissão de Assuntos Sociais.
Em 2002, foi eleito governador do Ceará. Tentou a reeleição em 2006, mas foi derrotado por Cid Gomes.
Além de suas ações como político, o ex-governador do Ceará tem uma vasta produção intelectual, já tendo publicado 42 obras, o que valeu a vaga de titular da cadeira 26 da Academia Cearense de Letras. No seu currículo, que registra mais de 20 condecorações por parte de entidades nacionais e internacionais, destacam-se ainda a presidência da Cruz Vermelha no Ceará (1976) e do Instituto Teotônio Vilela (1996-2002).   
FORTALEZA - Dos candidatos ao governo cearense, o ex-governador Lúcio Alcântara (PR) é o que pretende gastar mais nas eleições de outubro: R$ 50 milhões. Em termos nacionais, ele só fica atrás do candidato tucano ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin.
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Lúcio Alcântara, no entanto, diz não ter a menor expectativa de arrecadar a quantia. Segundo ele, esse foi um teto estabelecido pelo comitê de campanha prevendo um possível segundo turno. "Foi uma decisão da coordenação para depois não termos dificuldade em explicar nossos gastos. Estamos fazendo uma campanha modesta", disse.
O governador Cid Gomes (PSB), que disputa a reeleição, tem como previsão de gastos R$ 39 milhões. Em 2006, ele e o então governador Lúcio Alcântara registraram R$ 20 milhões cada como limite de gastos.
Nesse início de campanha, nenhum dos candidatos usou material de divulgação. De acordo com as respectivas assessoria de imprensa, a partir do dia 15 os panfletos e adesivos começarão a ser distribuídos.
Enquanto isso, os candidatos priorizam as caminhadas e o corpo a corpo por pontos de aglomeração como os mercados públicos de Fortaleza e por centros de pequenas cidades do interior.
Pela manhã, Lúcio Alcântara tomou café com tapioca com os feirantes do Mercado São Sebastião e criticou o adversário Cid Gomes ao afirmar que o governo do socialista "foi um fracasso".
Cid Gomes, que visitou o Centro de Turismo, não rebateu as críticas. O tucano Marcos Cals foi ao Beco da Poeira, uma espécie de camelódromo, no centro.



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